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André Domingues no Programa "A Ler é que a gente se (ou)vê"



A Ler é que a Gente se (Ou)vê" é uma conjugação de vários sentid


os. Com a força da rádio aliada à energia da leitura, cr


iamos um evento que entrelaça a magia do livro com autores e leitores.

Num só momento, com moderação de Carlos Nuno Granja, convidamos-te a participar num programa de rádio que é um clube de leitura, onde se apresentam livros e se estimula a partilha de conhecimentos...


Desta feita teremos entre nós André Domingues. Nascido no Porto em 1975, é licenciado em Ciências da Comunicação e mestre em Literatura e Cultura Comparadas, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É locutor, tradutor e copywriter. Pratica regularmente musculação, gosta de conversar horas a fio com os amigos e prefere a cidade ao campo.

Tem uma devoção por Espanha, em particular, e pelo mundo hispânico, em geral. Comove-o a alegria dos povos m


ais simples e a infantilidade extemporânea. Não acredita na soberania da melancolia como estado propício à criação, preferindo a exaltação, a euforia e o fluxo das paixões imediatas. Aprecia o cheiro das tabernas no inverno, o beijo escarlate do sol sobre o mar, a decoração de interiores e o maximalismo estilizado; bem como as letras dos GNR e os poemas de René Char.

Come sopa todos os dias e permanece largas temporadas apenas a investigar o poder das divindades naturais, a água que corre, o tempo que passa e o vento que sopra. É sensível às tentações da carne, à música do mundo, às visões extraordinárias, e um adepto fervoroso do riso como antídoto contra as adversidades. Uma das coisas que mais lhe agrada é passear de automóvel à noite pelas ruas e avenidas da cidade, contemplando os edifícios iluminados, prestando um certo tipo de vassalagem aos quadros urbanos e ao teatro da vida q


uotidiana, piscando o olho, de vez em quando, ao duvidoso bem-estar da nossa civilização.


Principais publicações: - Dramas de Companhia, Companhia das Ilhas, 2016 - Tempestade das Mãos, Debout sur l’Oeuf, 2017 - Rapina, Douda Correria (2020)


- Porto ou A Insurreição do Olhar, Editora Labirinto (2023).


Sinopse de "Porto ou A Insurreição do Olhar - Breves crónicas de uma cidade viva":

O Porto ganhou uma confiança fecundante, insurgindo-se contra uma visão que já não o representava. Estas breves crónicas, dominadas por um lirismo empolgado, percorridas pelos fulgores da arte e da literatura, marcadas por encontros decisivos, espaços relevantes, homenagens e diálogos improváveis, revelam uma cidade singular e global, familiar e arrojada, plena de ficção e autenticidade.



«E nunca na história da literatura portuguesa, que eu conheça, alguém escreveu assim a crónica de uma cidade. (...) Imperdível. Imperdível. Imperdível.» In prefácio de Pedro Guilherme-Moreira

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